O projeto Davida fez 180 novos cadastramentos de doadores de medula óssea, no último dia 17, na recém-inaugurada unidade V do CHN (Complexo Hospitalar de Niterói), no Centro, onde serão realizados os transplantes. Na data também foram contabilizados 20 doadores de sangue.

“Nosso evento foi maravilhoso, e a parceria entre o CHN e o Davida deu uma junção ideal para esse momento que vive o hospital, inaugurando um setor único no País. A presença da Clínica de Hemoterapia também foi perfeita, já que muitos pacientes indicados para transplante precisam regularmente de transfusões, a cada dois ou três dias”, disse Cristina Figueroa, presidente do Davida.

Cada pessoa que se cadastra retira cinco mililitros de sangue para realizar o exame de HLA (exame de histocompatibilidade). O cadastrado é inserido, após o exame, no banco do Redome (Registro Brasileiro de Doadores voluntários de Medula óssea) para realizar a busca da compatibilidade com os pacientes do mundo todo.

“Você se torna um doador mundial. Hoje, no Brasil, a compatibilidade é de um em 100 mil, e, no mundo, é de um em um milhão. Por isso, precisamos realizar mais cadastros”, comentou Cristina.

A presidente também lembra que, apesar de acontecer uma porcentagem muito alta de transplantes entre familiares (pai ou mãe), é preciso realizar transplantes não aparentados. Ou seja, fora da família do receptor.