|
Depressão pode ser tratada
com modulação hormonal
Doença que se caracteriza por causar imensa
tristeza, a depressão é duas vezes mais recorrente nas mulheres
do que nos homens. Suas causas são múltiplas, podendo ter origem
em fatores genéticos ou neuroquímicos, somados ao estilo de vida
do paciente. Especialmente na mulher, pode se manifestar no
período da menopausa, devido à queda de certos hormônios. Para
isso, a modulação hormonal é o tratamento médico indicado.
De acordo com a endocrinologista Odilza
Vital, ao contrário do homem - que na andropausa sofre
progressiva e lenta diminuição dos hormônios, a mulher é
acometida por um declínio abrupto deles. "O hormônio é o
combustível celular. Sem o estrogênio e a progesterona, a mulher
pode ficar deprimida por conta da baixa de serotonina,
principalmente se ela tiver predisposição genética à depressão
ou viver em situação de estresse crônico", explica a
especialista, que também é médica geriátrica e pós-graduada em
Medicina Estética.
Nesse contexto, a modulação hormonal é
recomendada e indicada a partir dos 35/40 anos de idade, quando
os hormônios sexuais começam a declinar. "É o tratamento que
reequilibra todos os hormônios do corpo, diferentemente da
reposição hormonal, em que se repõe apenas o hormônio de uma
glândula específica, o que faz romper o equilíbrio interno do
organismo", diz Odilza Vital.
De acordo com a médica, todos os hormônios
devem ser avaliados e modulados conforme as necessidades do
organismo, como os produzidos pelas glândulas adrenais,
epífise, tiróide, hipófise, paratiróides e sexuais (ovários e
testículos). "Vale ressaltar que somente um especialista em
hormônios pode reorganizar a orquestra que é o sistema
endócrino", alerta ela. Diante dos resultados benéficos da
modulação e das catástrofes que podem ocorrer em mãos
inadequadas, Odilza Vital alerta que o paciente que
procura pela técnica deve consultar o site oficial da Sociedade
Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM)
www.endocrino.org.br) e pesquisar o nome do especialista para
saber se ele está habilitado a aplicar o tratamento.
Terapia
Familiar em pauta na AMF
O II Encontro
Fluminense de Terapia de Família será realizado no próximo dia
13, na Associação Médica Fluminense – AMF (Av. Roberto
Silveira,123 – Icaraí), das 8h30 às 17h. O evento é organizado
pela diretoria em conjunto com a presidente da Associação de
Terapia de Família do Rio de Janeiro (ATF-Rio), Maria Cristina
Werner, e pela comissão organizadora, composta por Vera Risi,
Ana Cristina Fróes, Ana Zagne, Lúcia Vinagre, Norma
Emiliano, Rosane Porto e Suely Engelhard. Informações pelos
telefones 2714-4584, 2722-2630, 2549-1957, 3602-4983; por e-mail
(atfrj@atfrj.org.br) ou pelo site (www.atfrj.org.br).
|