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Edição 692 - de 29 de novembro a 5 de dezembro de 2008
..::data e hora::..    00:00:00

Matéria  redacao@folhanit.com.br


Depressão pode ser tratada
com modulação hormonal

Doença que se caracteriza por causar imensa tristeza, a depressão é duas vezes mais recorrente nas mulheres do que nos homens. Suas causas são múltiplas, podendo ter origem em fatores genéticos ou neuroquímicos, somados ao estilo de vida do paciente. Especialmente na mulher, pode se manifestar no período da menopausa, devido à queda de certos hormônios. Para isso, a modulação hormonal é o tratamento médico indicado.

De acordo com a endocrinologista Odilza Vital, ao contrário do homem - que na andropausa sofre progressiva e lenta diminuição dos hormônios, a mulher é acometida por um declínio abrupto deles. "O hormônio é o combustível celular. Sem o estrogênio e a progesterona, a mulher pode ficar deprimida por conta da baixa de serotonina, principalmente se ela tiver predisposição genética à depressão ou viver em situação de estresse crônico", explica a especialista, que também é médica geriátrica e pós-graduada em Medicina Estética.

Nesse contexto, a modulação hormonal é recomendada e indicada a partir dos 35/40 anos de idade, quando os hormônios sexuais começam a declinar. "É o tratamento que reequilibra todos os hormônios do corpo, diferentemente da reposição hormonal, em que se repõe apenas o hormônio de uma glândula específica, o que faz romper o equilíbrio interno do organismo", diz Odilza Vital.

De acordo com a médica, todos os hormônios devem ser avaliados e modulados conforme as necessidades do organismo,  como os produzidos pelas glândulas adrenais, epífise, tiróide, hipófise, paratiróides e sexuais (ovários e testículos). "Vale ressaltar que somente um especialista em hormônios pode reorganizar a orquestra que é o sistema endócrino", alerta ela. Diante dos resultados benéficos da modulação e das catástrofes que podem ocorrer em mãos inadequadas,   Odilza Vital alerta que o paciente que procura pela técnica deve consultar o site oficial da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) www.endocrino.org.br) e pesquisar o nome do especialista para saber se ele está habilitado a aplicar o tratamento.

Terapia Familiar em pauta na AMF

O II Encontro Fluminense de Terapia de Família será realizado no próximo dia 13, na Associação Médica Fluminense – AMF (Av. Roberto Silveira,123 – Icaraí), das 8h30 às 17h. O evento é organizado pela diretoria em conjunto com a presidente da Associação de Terapia de Família do Rio de Janeiro (ATF-Rio), Maria Cristina Werner, e pela comissão organizadora, composta por Vera Risi, Ana Cristina  Fróes, Ana Zagne, Lúcia Vinagre, Norma Emiliano, Rosane Porto e Suely Engelhard. Informações pelos telefones 2714-4584, 2722-2630, 2549-1957, 3602-4983; por e-mail (atfrj@atfrj.org.br) ou pelo site (www.atfrj.org.br).

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