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Windows7 permitirá deletar Media Center e IE
A informação já circulava pela web em comentários de beta testers do sucessor do Vista, que conseguiram remover o browser da Microsoft. Em blog, no entanto, a companhia informou que vários outros aplicativos poderão ser removidos. Entre os programas “deletáveis” estão o Windows Media Player, Windows Media Center, Windows Search e o XPS Viewer. A decisão é uma novidade pois até o Windows Vista todos estes aplicativos deveriam permanecer no sistema operacional, ainda que não fossem eles os preferidos dos usuários. “Uma janela para seleção de aplicativos permitirá aos usuários dizer quais deles não deseja usar. Isto significa que as opções desabilitadas não serão carregadas com o sistema operacional, logo, não ficarão disponíveis para uso”, diz o blog da companhia. A Microsoft não comenta em nenhuma linha se esta generosa decisão tem a ver com os processos que a empresa sofre por truste no mundo. O mercado mais sensível para a Microsoft, em termos de problemas legais, tem sido a Europa, onde a Comissão Européia (poder executivo da União Européia) acusa a companhia de inibir a concorrência e a inovação ao impor seus produtos aos usuários, como o Windows Media Player e o IE, por meio do monopólio exercido pelo Windows. Segundo a Comissão Européia, o sistema operacional da Microsoft está presente em mais de 90% dos computadores no mundo. A decisão da fabricante do WIndows beneficia diretamente rivais como o Google, Mozilla e Adobe, que se esforçam para popularizar aplicações como Chrome, Firefox e Adobe Reader em contraposição aos produtos que já vêm instalados no Windows. Em tese, esta característica do Windows 7 permitirá que integradores determinem já na fábrica quais aplicativos vão carregar quando o PC for iniciado, o que abre espaço para fabricantes de software negociarem com produtores de PCs uma posição privilegiada para seus produtos em máquinas novas. Cebit 2009: Notebook com duas telas da Asus dispensa o teclado comum
São Francisco - Protótipo apresentado na
Cebit transforma A Asus anunciará um protótipo de notebook com duas telas que dispensa o teclado. Os dados podem ser inseridos por meio de uma segunda tela sensível ao toque. O protótipo será apresentado durante a Cebit, evento que acontece nesta semana na Alemanha. Os dois displays touchscreen oferecem a flexibilidade para o laptop ser usado em vários modos diferentes: como um notebook convencional, como um e-book ou como uma central multimídia. Uma das telas pode se transformar num teclado virtual, baseado em um software especialmente desenvolvido para isso. Ao desabilitar o teclado virtual, o laptop se transforma em um livro eletrônico, ou e-book, que pode ser segurado como um livro comum. A terceira forma de uso, transforma as duas telas em um só grande display, permitindo o conforto de assistir conteúdos multimídia em wide-screen. Usuários de todo o mundo contribuíram com o protótipo por meio do site WePC.com, uma iniciativa da Intel e Asus. O conceito ainda está sob desenvolvimento, e os usuários interessados podem continuar dando sugestões no projeto.
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