Saúde
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Americanos conhecem trabalho desenvolvido pela Pestalozzi de Niterói
Niterói foi a única cidade visitada por eles fora das capitais Rio de Janeiro e São Paulo
Mauro Lins fala com a comitiva que visitou a Pestalozzi
Estiveram no último dia 26 na sede da Associação Pestalozzi de Niterói diretores da mais antiga instituição americana que atua no desenvolvimento de políticas públicas e científicas para estudos sobre deficiência mental. Recebidos pelo coordenador técnico da Pestalozzi, Mauro Lins, que organizou todo o evento, os profissionais escolheram a Pestalozzi devido ao trabalho pioneiro desenvolvido há mais de 60 anos no campo da deficiência mental. Niterói foi a única cidade visitada por eles fora das capitais Rio de Janeiro e São Paulo.
- Eles gostaram muito do Projeto Fazendinha, que prepara jovens com deficiência mental para o mercado de trabalho, e da Escola Especializada, que atende gratuitamente crianças com deficiência mental e desenvolve um trabalho especializado com psicólogos, terapeutas, fonoaudiólogos, neurologistas e pedagogos, disse Mauro. Composta de oito profissionais, entre eles a diretora executiva da AAIDD (American Associationon Intellectual and Developmental Disabilities), Margareth Nygren, e a diretora da Faculdade de Educação e Desenvolvimento Humano da Universidadede Massachusetts, Felícia Wilczenski –a delegação conheceu vários setores da instituiçãoe saiu motivada com a possibilidade de um intercâmbio entre profissionais da instituição americana, com sede em Washington e fundada em1876, e a entidade niteroiense. A presidente da Pestalozzi, Lizair Guarino, que estava em Brasília, lamentou não ter participadodo encontro.
- É uma honra para nós sermos procurados por instituições de outros países, como o caso da AAIDD. Não pude faltar ao Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, o Conade, daí minha ausência involuntária, justificou ela.


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